Siux Electra Pro IT 2026
✓Verificado com dados oficiais da Siuxcomo pontuamos

PADELTESTLAB SCORE
escala 0-100
81/100
Faixa de preço
Descrição
Para que jogador é esta raquete
Vantagens
- ✓O carbono 12K sobre núcleo EVA Hard devolve uma resposta seca e sem deformação no remate por 3 e no smash plano: a face não amortece a velocidade de braço, transmite-a por inteiro. O acabamento arenoso cobre toda a superfície e agarra mesmo a bola na víbora e na bandeja cortada, com efeitos que saltam alto sem a bola fugir da linha pretendida. A zona central sem perfurações amplia o ponto doce face a versões anteriores do modelo, e isso nota-se nas vólei de bloqueio a meia altura, onde o toque se mantém limpo. Com balanço médio e 355-375 g, apesar do carácter agressivo posiciona-se a tempo na volei de backhand e não pesa no braço em trocas de fundo mais longas. A repartição entre potência e precisão permite jogá-la nos dois lados do campo: dirige bem a deixadinha e o ataque pelo meio sem sensação de raquete descontrolada.
Desvantagens
- ✗A saída de bola é o ponto mais fraco do conjunto: em saídas de parede baixas e com pouco espaço é preciso acompanhar o golpe até ao fim, porque de bloqueio fica curta em profundidade. A dureza do EVA Hard castiga o cotovelo em sessões longas e, sem técnica consolidada nem velocidade de braço, a sensação é de raquete apagada que não devolve nada por ti. Fora do centro o toque torna-se áspero: o ponto doce é amplo para a dureza que tem, mas os impactos na parte alta do aro vibram e perdem direção. O balão defensivo perde metros se não o empurrares com o corpo; a borracha dura não oferece a elasticidade que um núcleo mais mole dá quando chegas atrasado à bola.
PADELTESTLAB SCORE
escala 0-100
81/100
A Siux Electra Pro IT 2026 aponta a jogadores avançados com técnica consolidada que procuram mais rendimento sem passar ainda para uma raquete de competição pura. A forma de lágrima desloca o ponto doce ligeiramente para cima, equilibrando controlo e potência. O equilíbrio médio mantém um comportamento equilibrado entre fundo e voleio. O seu intervalo de peso de 355-375g coloca-a no grupo de raquetes de peso médio, o mais comum entre jogadores amadores.
Franco Stupaczuk assina na Siux Electra Pro IT 2026 uma raquete de padel em formato lágrima com face de carbono 12K e núcleo EVA Hard, 355-375 g de peso e acabamento arenoso integral, disponível nos acabamentos Fire Red e Shadow Red. A proposta é clara: explosividade ao serviço do ataque, com balanço médio e toque médio-duro para imprimir velocidade e efeito desde o primeiro golpe.
Traduzido para o campo, isto significa uma raquete que bate forte sem se tornar ingovernável, mas que não faz o trabalho por ti.
Carbono 12K sobre EVA Hard: de onde vem o toque seco da Electra Pro IT
O 12K é um tecido de carbono de fio grosso e trama fechada. Deforma-se pouco no impacto, e essa rigidez é exatamente o que dá a sensação de golpe seco: a bola não fica presa na face de carbono, ressalta.
Por baixo, o núcleo EVA Hard trabalha na mesma direção. Uma borracha densa que aguenta velocidades de braço altas sem ceder nem descontrolar, mas que em troca devolve pouca energia por si só.
A soma destes dois materiais coloca esta raquete de padel na parte alta da escala de dureza. Não é uma pala de toque cru e desconfortável, mas também não tem nada de macio: o feedback é direto e diz-te logo se acertaste bem no ponto doce.
Para que nível está pensada a Siux Electra Pro IT 2026?
A Siux Electra Pro IT 2026 está pensada para jogadores de nível avançado, com velocidade de braço e técnica já consolidada. A face de carbono 12K e o núcleo EVA Hard exigem que a força venha de ti: a raquete não devolve por ti. Abaixo desse nível, é o braço que paga a fatura muito antes do marcador.
Ficha técnica da Siux Electra Pro IT 2026
| Dado técnico | Valor |
|---|---|
| Marca e modelo | Siux Electra Pro IT 2026 |
| Formato | Lágrima |
| Peso | 355-375 g |
| Balanço | Médio |
| Face | Carbono 12K |
| Núcleo | EVA Hard |
| Superfície | Acabamento arenoso |
| Nível | Avançado |
| Tipo de jogo | Polivalente |
| Jogador associado | Franco Stupaczuk |
Golpe a golpe: onde brilha e onde exige mais trabalho
Remate por 3 e smash plano. É o seu terreno de eleição. A rigidez do 12K não absorve nada e a bola sai com trajetória tensa. No remate plano à grade o aro não flexiona, pelo que a direção depende só do teu pulso.
Víbora e bandeja. O acabamento arenoso cobre a face inteira e agarra bem a bola nos golpes cortados. A víbora sai com efeito real, não com aquele efeito simbólico das superfícies lisas já gastas.
Vólei. O balanço médio permite bloquear firme sem que a raquete se adiante ao movimento. Na volei de backhand baixa é preciso empurrar; a borracha dura não perdoa o golpe passivo.
Saída de parede e defesa. É aqui que está o preço a pagar. A saída de bola é o ponto mais fraco do conjunto: em paredes baixas ou quando chegas apertado, pôr a raquete não chega. É preciso acompanhar o golpe completo ou a bola fica a meio campo, servida ao adversário.
O acabamento arenoso e a zona central sem furos
A superfície rugosa percorre toda a face, mas a zona central vem sem perfurações. Esta opção construtiva amplia o ponto doce face a versões anteriores do modelo, e agradece-se num chassis tão rígido.
Ainda assim, a janela boa continua a ser a que é. Impactos na parte alta do aro ou perto do canto vibram e perdem controlo, com mais castigo do que o habitual precisamente porque a borracha não amortece.
O que muda em relação à Siux Electra ST4?
O modelo regressa ao carbono 12K e combina-o com a borracha dura da marca. O resultado é um toque médio com uma sensação de golpe visivelmente mais seca do que a da versão anterior, a Siux Electra ST4.
A isto soma-se a zona central sem furos, que ganha ponto doce. Ou seja: mais potência bruta e uma margem algo maior no centro, em troca de um toque menos amável.
Perfil de jogador e parceiro recomendado
Encaixa no jogador avançado que sobe à rede para rematar e não se contenta com a bandeja de contenção. Perfil de backhand que ataca pelo meio, ou de drive com velocidade de braço suficiente para tirar rendimento a uma borracha dura.
Como parceiro, funciona melhor ao lado de alguém com uma raquete de núcleo mais mole e boa saída de bola, que sustente as trocas mais longas enquanto esta opção da Siux fecha os pontos lá em cima.
Se o teu jogo assenta em aguentar no fundo, esperar pelo erro e jogar de balão, a combinação de 12K e EVA Hard vai dar-te menos do que aquilo que lhe pedes.
Veredicto: potência a sério com custo na defesa
A Siux Electra Pro IT 2026 cumpre o que promete. É uma lágrima polivalente com pendor ofensivo real: rende alto no remate, na víbora e na volei agressiva, e mantém um controlo sólido graças à rigidez da face e à aderência do arenoso.
O preço a pagar está na saída de bola e na exigência física. Não é uma raquete que se jogue a meio gás: se baixas a velocidade de braço, ela apaga-se.
Para o jogador que já bate bem e quer uma raquete que não lhe ponha um teto, é uma compra coerente. Para quem procura ajuda a partir do fundo do campo, há opções mais generosas.
No catálogo da marca
No catálogo da Siux, a Electra Pro IT 2026 posiciona-se na gama alta a partir de 315€. É um investimento sério, mas justificado se procura materiais premium e máximo desempenho. A sua pontuação global de 8.0/10 coloca-a entre as melhores opções de jogo polivalente que analisámos.
Perguntas frequentes
Para que nível de jogador é a Siux Electra Pro IT 2026?
A Siux Electra Pro IT 2026 aponta ao nível avançado. Requer técnica consolidada e não é recomendável para principiantes.
Quanto pesa a Siux Electra Pro IT 2026?
A Siux Electra Pro IT 2026 pesa 355-375g segundo as especificações declaradas pelo fabricante.
Que pontuação tem a Siux Electra Pro IT 2026 no PadelTestLab?
A Siux Electra Pro IT 2026 obtém 8.0/10 na nossa análise, com base em potência, controlo, saída de bola, maneabilidade e ponto doce.
Quanto custa a Siux Electra Pro IT 2026?
O preço atual da Siux Electra Pro IT 2026 é 315€, comparando 1 loja no nosso comparador.
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