Side Spin Silver Pro
✓Verificado com dados oficiais da Sidecomo pontuamos

PADELTESTLAB SCORE
escala 0-100
78/100
Descrição
Para que jogador é esta raquete
Vantagens
- ✓O ponto doce alto próprio da forma diamante faz com que o remate plano saia limpo e muito rápido quando o impacto acontece na zona superior do plano A EVA preta média prolonga o contacto com a bola, o que permite direcionar remates cruzados e bloquear voleios profundos sem sentir aquele toque de pedra A superfície arenosa agarra bem na víbora: consegues cortar com ângulo fechado e fazer a bola picar rasteira em direção à rede de fundo O balanço alto acompanha o chicote no remate por 3 e no kick sem obrigar a forçar o ombro para gerar velocidade de cabeça
Desvantagens
- ✗O ponto doce é limitado pela própria forma diamante: os impactos baixos no plano traduzem-se em vibração e perda de profundidade A saída de bola é discreta, por isso em defesa prolongada e em saída de parede é preciso levantar antes e imprimir tu próprio a força, a raquete devolve pouco sozinha A bandeja penaliza se chegares atrasado por baixo do globo: com balanço alto a cabeça foge e o golpe sai comprido A combinação de borracha média-dura com peso na cabeça cobra a fatura no cotovelo se a técnica não estiver consolidada ou se jogares muitas horas seguidas
PADELTESTLAB SCORE
escala 0-100
78/100
A Side Spin Silver Pro aponta a jogadores avançados com técnica consolidada que procuram mais rendimento sem passar ainda para uma raquete de competição pura. A forma de diamante sobe o ponto doce para o topo da face, dando mais alavanca e potência a custo de alguma tolerância. O equilíbrio alto acrescenta peso à pancada e empurra a raquete para um perfil ofensivo.
Diamante, carbono 3K e balanço alto: a Side Spin Silver Pro mostra as cartas ainda antes de a bola chegar ao plano. Dentro da série Silver, esta é a versão que a marca coloca no topo em termos de potência, com o ponto doce deslocado para a cabeça e um núcleo de EVA preta média por baixo da face de carbono.
É uma raquete de padel de ataque assumido, da coleção 2022, pensada para jogador avançado e para um estilo que resolve os pontos junto à rede.
Carbono 3K sobre EVA média: o que isto muda no impacto
O 3K é um tecido de carbono de trama relativamente aberta. Face a entrançados mais densos, deforma um pouco mais no golpe e devolve uma resposta viva, com mordida na bola em vez do ressalto seco de um plano ultrarrígido.
Por baixo, a EVA preta de densidade média prolonga a permanência da bola na superfície. Esse milésimo extra é o que permite direcionar um remate cruzado em vez de apenas o empurrar, e o que evita que a raquete se transforme numa tábua nas voleias de bloqueio.
Metal Technology é o nome com que a Side Spin assina a construção deste modelo. Em mão traduz-se num plano tenso, de resposta seca, que não se afunda quando aceleras a sério.
A superfície arenosa completa o conjunto: agarre suficiente para que a liftada suba e para que a cortada morra curta, ainda que não chegue ao nível das texturas mais agressivas do mercado.
Para que nível está pensada a Side Spin Silver Pro?
Está pensada para jogador avançado, com braço formado e técnica estável. A combinação de forma diamante, balanço alto e borracha média-dura exige que sejas tu a impor a velocidade de braço: a raquete multiplica o que geras, mas não oferece saída de bola de mão beijada nem perdoa impactos descentrados.
Ficha técnica da Side Spin Silver Pro
| Dado técnico | Valor |
|---|---|
| Forma | Diamante |
| Balanço | Alto |
| Face | Carbono 3K |
| Núcleo | EVA preta média |
| Superfície | Arenosa |
| Tecnologia | Metal Technology |
| Nível | Avançado |
| Perfil de jogo | Potência / ataque |
| Coleção | 2022 |
Remate por 3, víbora e bandeja: onde brilha mais
O remate plano é o seu golpe de bandeira. A massa concentrada na cabeça e o ponto doce elevado fazem com que o impacto saia limpo quando conectas na zona superior do plano, com uma velocidade de bola que as formas lágrima equilibradas não conseguem dar.
O remate por 3 e o kick beneficiam da mesma distribuição de peso: a cabeça pesa o suficiente para acompanhar o chicote sem que seja preciso forçar o ombro.
A víbora é outro golpe onde esta raquete encaixa de forma natural. O agarre arenoso e a rigidez do conjunto permitem cortar com ângulo fechado e fazer a bola picar rasteira em direção à rede de fundo.
A bandeja pede mais ofício. Com balanço alto, se chegares justo por baixo do globo a cabeça foge e o golpe sai comprido; com preparação antecipada e o cotovelo alto, sai precisa e com bom peso.
Também aguenta o jogo de construção?
Aguenta mais do que a silhueta sugere. A EVA média evita o toque de pedra e deixa um nível de controlo acima do habitual num diamante puro: consegues bloquear um voleio profundo ou jogar uma deixadinha sem sentir que a bola sai disparada.
O limite está na defesa prolongada. A saída de parede exige levantar antes e imprimir mais força própria, porque o modelo devolve pouco por si só: se o globo te apanha atrasado, o braço tem de trabalhar a dobrar.
E o ponto doce, limitado pela própria forma diamante, castiga os impactos baixos no plano com vibração e perda de profundidade.
Três detalhes que definem o seu comportamento
- **O ponto doce vive na zona superior.** Golpear no terço de cima do plano não é uma opção estética, é a condição para que a raquete renda todo o seu potencial.
- **A EVA média é quem sustenta o controlo.** Sem ela, um diamante com este balanço seria ingovernável em voleias curtas e deixadinhas.
- **A superfície arenosa rende melhor no corte do que no liftado extremo.** Agarra bem para a víbora e a cortada; no liftado de fundo cumpre sem se destacar.
A quem convém esta raquete e a quem não
Convém ao jogador de rede que define o ponto, que remata mais vezes do que devolve globos e que tem o ombro treinado para uma raquete de cabeça pesada. Em dupla, encaixa bem com um parceiro de perfil mais defensivo ou de controlo, que sustente a troca de bola enquanto esta se encarrega de fechar o ponto.
Não convém a quem está a sair do nível intermédio, nem a quem encadeie muitas horas de jogo seguidas: borracha média-dura mais balanço alto cobra a fatura nas articulações se a técnica não estiver consolidada.
Veredicto: potência assumida com uma almofada de controlo
A Side Spin Silver Pro cumpre o que o seu perfil promete: é a leitura mais ofensiva da gama Silver e comporta-se como tal, com um extra de controlo que a salva de ser uma raquete de um só golpe.
Se procuras uma raquete que perdoe, esta não é. Se procuras uma que transforme um bom remate num ponto ganho, e estás disposto a construir o resto do jogo com o braço, esta opção da Side Spin tem argumentos sólidos.
No catálogo da marca
No catálogo da Side, a Spin Silver Pro posiciona-se como uma alternativa com personalidade própria. Com uma pontuação global de 7.8/10, é uma escolha sólida na sua faixa de preço.
Perguntas frequentes
Para que nível de jogador é a Side Spin Silver Pro?
A Side Spin Silver Pro aponta ao nível avançado. Requer técnica consolidada e não é recomendável para principiantes.
Que pontuação tem a Side Spin Silver Pro no PadelTestLab?
A Side Spin Silver Pro obtém 7.8/10 na nossa análise, com base em potência, controlo, saída de bola, maneabilidade e ponto doce.
Alternativas semelhantes
Outras raquetes com um perfil e faixa de preço próximos:



