Enebe Rs 9.1
✓Verificado com dados oficiais da Enebecomo pontuamos

PADELTESTLAB SCORE
escala 0-100
78/100
Faixa de preço
Descrição
Para que jogador é esta raquete
Vantagens
- ✓O núcleo EVA HR3 recupera a forma muito depressa após o impacto, o que se traduz em globos longos com gesto curto desde o fundo, mesmo em bolas apanhadas mesmo à saída de parede O molde alargado desce a zona eficaz para o centro do plano de jogo: as bolas tocadas perto do colo continuam a sair com vida em vez de morrerem na rede O toque da fibra de vidro sobre uma borracha EVA de densidade média filtra a vibração nos impactos mais secos, algo que o cotovelo e o pulso agradecem em jogos longos a três sets O balanço médio e os 360-375 g mantêm a cabeça sob controlo na troca de vólei: reposiciona-se depressa entre golpe e golpe sem obrigar a travar o gesto
Desvantagens
- ✗A face lisa morde pouco a bola: a víbora sai mais chapada do que cortada e custa que o kick salte para fora no remate por 3 O teto de potência chega cedo; para fechar o ponto é preciso rematar com técnica e colocação, porque a raquete não acrescenta peso de bola por si só A fibra de vidro flexiona mais do que um carbono nos golpes muito fortes, pelo que a bandeja sai confortável mas mole, sem aquela resposta seca que corta o ritmo do adversário O balanço médio não ajuda ao bloqueio agressivo na rede: é preciso pôr intenção no golpe, não basta deixar cair a cabeça
PADELTESTLAB SCORE
escala 0-100
78/100
Desde 19 de março oscilou entre 44,95 € e 64,00 €. Hoje está em 64,00 €.
Preços registados diariamente desde 19 de março · 43 dias com dados
Fibra de vidro, núcleo EVA HR3 e um aro de 38 mm: a Enebe RS 9.1 constrói-se sobre um molde híbrido entre redondo e lágrima, com 360-375 g de peso e balanço médio. Tudo aponta para o mesmo objetivo: fazer a bola sair sem castigar o braço.
Uma lágrima que se comporta como uma redonda
A forma em lágrima costuma deslocar o ponto doce para a zona alta do plano, onde há mais massa. Nesta raquete de padel o efeito está suavizado: o molde alargado recupera superfície útil no centro e desce a zona de máxima eficácia até quase ao coração do plano de golpeio.
O resultado é uma raquete que perdoa o golpe descentrado bem mais do que a silhueta sugere. As bolas que chegam já passadas e são tocadas perto do colo continuam a ter resposta, em vez do típico golpe morto que fica na rede.
Essa tolerância é o argumento central da RS 9.1. Não procura premiar quem golpeia na perfeição; procura que quem golpeia de forma irregular não perca o ponto por isso.
O que traz o núcleo EVA HR3 dentro da raquete?
HR3 corresponde a High Recovery: a borracha volta rapidamente à forma após o impacto em vez de ficar afundada por um instante. Traduzido em sensação de jogo, a bola não fica colada ao plano; sai com velocidade própria e com pouco esforço de braço.
É uma EVA de densidade média, nem a esponja mole das raquetes de iniciação nem a borracha dura que exige muita velocidade de braço para se deformar. Esse ponto intermédio explica a melhor característica do modelo: a saída de bola.
Golpes que numa raquete rígida ficariam curtos — uma defesa apertada, um globo desde o vidro lateral — aqui atravessam a rede com margem. A contrapartida está na face: a fibra de vidro flexiona mais do que um tecido de carbono, pelo que o golpe forte se sente algo mais mole e menos seco.
Golpe a golpe: onde brilha e onde fica aquém
Defesa e saída de parede. O terreno preferido. A borracha média absorve a bola pesada que sai do vidro e o plano largo permite chegar com a raquete algo atrasada sem perder o lob. Os globos saem longos com um gesto curto.
Vólei e bloqueio. O balanço médio mantém a cabeça controlada e o reposicionamento entre vólei e vólei é rápido. Em contrapartida, o bloqueio agressivo pede intenção: a raquete não cai sozinha para a frente a fazer o trabalho.
Bandeja. Coloca-se com facilidade e perdoa a altura do impacto, com um toque amável no pulso. O que não oferece é a bandeja pesada que afunda o adversário contra o fundo; sai confortável e com ritmo médio.
Remate e víbora. É aqui que está o teto real. A superfície lisa morde pouco a bola, pelo que a víbora sai mais chapada do que cortada e o kick no remate por 3 depende quase por inteiro da técnica do jogador.
Para que nível está pensada a Enebe RS 9.1?
Está pensada para o jogador intermédio em evolução e para o principiante avançado que já golpeia com técnica mas precisa de uma raquete que perdoe. A sua tolerância ao impacto descentrado, o ponto doce amplo e o núcleo de dureza média tornam-na apta para jogar várias horas sem castigar cotovelo nem pulso.
O perfil que mais rendimento lhe tira é o jogador polivalente que alterna esquerda e direita, constrói o ponto com globos e sobe à rede para fechar com vólei colocado mais do que com remate vencedor. Quem já vive da víbora cortada e do smash chapado depressa lhe vai sentir o limite.
Como parceria, encaixa bem ao lado de alguém com uma raquete mais agressiva de perfil duro: a RS 9.1 sustenta a troca e o companheiro define o ponto.
Ficha técnica da Enebe RS 9.1
| Dado técnico | Valor |
|---|---|
| Forma | Lágrima (molde híbrido com base arredondada) |
| Peso | 360-375 g |
| Balanço | Médio |
| Face | Fibra de vidro |
| Núcleo | EVA HR3 (densidade média, High Recovery) |
| Aro | 38 mm |
| Superfície | Lisa |
| Nível | Intermédio |
| Tipo de jogo | Polivalente |
Três coisas a assumir antes de a comprar
- **Não é uma raquete de definição.** A potência está lá para acompanhar o golpe, não para o gerar do zero. Se o teu jogo passa por rematar por 3 e fechar depressa, vai ficar-te aquém.
- **A face lisa limita o efeito.** Menos aderência significa menos corte na víbora e menos ressalto lateral no kick. Em compensação, os golpes chapados saem limpos e previsíveis.
- **O peso mais alto exige boa empunhadura.** Na parte superior do intervalo de 375 g convém rever o overgrip e a técnica de pulso para que a manobrabilidade não sofra no vólei rápido.
O que compras e o que não compras com esta opção da Enebe
Compras conforto, saída de bola e uma margem de erro generosa: os três pilares de uma raquete que acompanha a progressão sem exigir muito em troca. O conjunto de fibra de vidro e EVA HR3 está calibrado para que o erro técnico não saia caro.
Não compras pancada bruta nem efeito. Quem procura uma raquete que castigue a bola terá de olhar para modelos com face rugosa e borracha mais densa, assumindo um ponto doce mais pequeno e mais carga sobre o braço.
Para o intermédio que quer jogar confortável, aguentar a troca e não terminar o jogo com dores, o equilíbrio desta raquete de padel encaixa perfeitamente.
No catálogo da marca
No catálogo da enebe, a rs 9.1 é uma das opções mais acessíveis a partir de 49.95€, ideal para começar ou experimentar sem grande investimento. Com uma pontuação global de 78/100, é uma escolha sólida na sua faixa de preço.
Perguntas frequentes
Para que nível de jogador é a Enebe Rs 9.1?
A Enebe Rs 9.1 ajusta-se ao nível intermédio. Funciona para jogadores com base técnica que querem progredir sem saltar para uma raquete de competição.
Quanto pesa a Enebe Rs 9.1?
A Enebe Rs 9.1 pesa 360-375g segundo as especificações declaradas pelo fabricante.
Que pontuação tem a Enebe Rs 9.1 no PadelTestLab?
A Enebe Rs 9.1 obtém 78/100 na nossa análise, com base em potência, dureza, controlo, maneabilidade, saída de bola, ponto doce e rugosidade.
Quanto custa a Enebe Rs 9.1?
O preço atual da Enebe Rs 9.1 é 49.95€, comparando 1 loja no nosso comparador.
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