Adidas Metalbone Team Light 3.4 2025
✓Verificado com dados oficiais da Adidascomo pontuamos

PADELTESTLAB SCORE
escala 0-100
80/100
Faixa de preço
Descrição
Para que jogador é esta raquete
Vantagens
- ✓O núcleo Soft Performance EVA de baixa densidade devolve a bola sozinho nas saídas de parede baixas, aquelas em que chegas tarde e só consegues empurrar com o corpo desequilibrado Com 345-360 g e balanço médio a raquete entra rapidíssima nas vólei cruzadas de bloqueio e nos reflexos à altura da anca, sem a inércia de uma diamante O ponto doce gerado pela estrutura Octagonal perdoa os impactos junto ao colo e aos cantos: a bandeja sai controlada mesmo sem acertares no centro A textura granulada Spin Blade Gritt agarra o suficiente para picar a bandeja e fechar a víbora cruzada com efeito lateral real, não apenas cosmético O cabo prolongado Power Extra Grip permite descer a mão no remate e no serviço, ganhando algum chicote sem alterar a pega habitual
Desvantagens
- ✗No remate direto por 3 a fibra de vidro flete e devolve uma bola que salta alto: se o teu plano é fechar o ponto com um único golpe, esta raquete obriga-te a rematar duas vezes O toque médio-macio amortece tanto que em pisos rápidos custa perceber onde a bola bateu; jogadores habituados a EVA dura vão sentir falta dessa resposta seca A fibra de vidro marca-se e desgasta-se mais depressa do que uma face de carbono nos toques na rede ou nos roçares no chão em amortes baixas O seu carácter de controlo com peso leve fica aquém no serviço potente: o peso reduzido exige técnica de pulso para gerar velocidade, não basta empurrar
PADELTESTLAB SCORE
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80/100
Adidas Metalbone Team Light 3.4 2025: a redonda leve que faltava à gama Metalbone
A Adidas Metalbone Team Light 3.4 2025 é a peça rara da árvore Metalbone: forma redonda, balanço médio, 345-360 g e uma face de fibra de vidro com textura Spin Blade Gritt, numa família que construiu o nome com perfis agressivos. O núcleo Soft Performance EVA de baixa densidade e a estrutura Octagonal completam uma raquete de padel pensada para jogar rápido e sem castigo articular.
É uma raquete de controlo, e convém dizê-lo já no primeiro parágrafo, porque o apelido Metalbone cria expectativas de outra coisa.
Ficha técnica da Metalbone Team Light 3.4
| Dado técnico | Valor |
|---|---|
| Forma | Redonda |
| Peso | 345-360 g |
| Balanço | Médio |
| Face | Fibra de vidro (Spin Blade Gritt) |
| Núcleo | EVA Soft (Soft Performance EVA) |
| Rugosidade | Granulada |
| Nível | Avançado |
| Tipo de jogo | Controlo |
| Tecnologias | Octagonal Structure, Spin Blade Gritt, Smart Holes Lineal, Low Poly, Power Extra Grip |
O que faz a fibra de vidro que o carbono não faz?
A fibra de vidro flete mais do que o carbono perante o mesmo impacto. Essa flexão faz duas coisas ao mesmo tempo: prolonga o tempo de contacto com a bola e filtra vibração antes de esta chegar ao cotovelo.
Em pista traduz-se num toque médio-macio muito reconhecível. A bola permanece um instante a mais na face, e é esse instante que te deixa corrigir a direção de uma vólei de bloqueio ou dar o último grau de pulso a uma bola picada.
O custo está no remate. Onde uma face rígida devolve energia de imediato, aqui parte dessa energia dissolve-se na flexão. O smash direto sai, mas com menos velocidade final do que esperarias vindo de uma raquete dura.
Soft Performance EVA e Octagonal Structure: porque é que a bola sai sozinha
O núcleo Soft Performance EVA é de baixa densidade. Comprime-se com pouca força de entrada, e isso define a melhor característica desta raquete: a saída de bola em golpes sem apoio.
Situação concreta. Bola colada à parede lateral, bote baixo, chegas com o corpo aberto e sem conseguir carregar. Com uma borracha EVA dura esse golpe morre na rede ou fica curto. Com este núcleo, a própria compressão da borracha empurra a bola até ao fundo mesmo que o teu contributo seja mínimo.
A estrutura Octagonal reparte tensões pelo interior da face em vez de as concentrar no centro geométrico. O resultado é um ponto doce amplo e, sobretudo, tolerante: os impactos desviados para o colo ou para os cantos continuam a sair com direção aproveitável.
O desenho poliédrico Low Poly no núcleo e na moldura, e o cabo prolongado Power Extra Grip, trabalham no sentido contrário, acrescentando alguma potência de golpe a um conjunto que, pelo peso e pela forma, não a teria. Não transformam a raquete numa pegadora; tiram-lhe apenas aquela sensação de moleza morta.
Como se comporta golpe a golpe?
Bandeja. O seu golpe de eleição. O ponto doce generoso e a textura granulada permitem cortá-la com segurança mesmo quando o lob te apanhou a dois metros de distância. Sai com mordida e bote baixo.
Víbora. Funciona bem na cruzada, com efeito lateral real graças ao Spin Blade Gritt. Na paralela, quando o objetivo é fechar o ponto num único golpe, fica a meio caminho: falta velocidade de saída.
Remate por 3. Aqui é preciso ser honesto. A bola sobe, mas sem a velocidade que torna a subida do adversário impraticável. É um remate de construção, não de fecho de ponto.
Defesa e saída de parede. O terreno onde esta opção da Adidas ganha jogos. Os 345-360 g permitem reposicionar a face mais tarde, e o núcleo macio resolve as bolas que só dá para empurrar.
Vólei. Muito rápidas de conduzir graças ao balanço médio. A maciez ajuda na amorte e penaliza ligeiramente a vólei de ataque profunda, que pede mais parede.
Para que tipo de jogador está pensada esta raquete?
Para o jogador avançado que constrói o ponto em vez de o resolver à força. Perfil clássico: bola de esquerda que joga paredes, bandeja de qualidade, subida à rede por trabalho prévio e não por um remate vencedor.
Quatro sinais de que é a tua raquete:
- Procuras controlo sem abdicar totalmente da potência, e aceitas essa troca.
- Arrastas queixas no cotovelo ou no ombro e precisas de uma borracha que absorva vibração.
- Jogas partidas longas onde o peso da raquete se acumula no braço.
- Falhas mais por descentrares o golpe do que por falta de força.
E um sinal de que não é: se o teu jogo vive do smash por 3 e do serviço direto vencedor, este modelo vai frustrar-te na terceira bola de cada ponto.
Em dupla funciona bem ao lado de um companheiro pegador que assuma o remate. Tu sustentas a troca, ele fecha o ponto.
Veredicto: controlo tolerante, teto de potência real
A Metalbone Team Light 3.4 2025 faz exatamente o que os seus materiais prometem. O Soft Performance EVA e a fibra de vidro entregam saída de bola imediata, ponto doce enorme e conforto articular; em troca, colocam um teto claro no remate.
Os contras não são de somenos: falta de força no smash direto, feedback amortecido que custa a ler em pisos rápidos, e uma face de fibra de vidro que se marca antes do carbono.
Se compreendes essa troca e o teu jogo assenta em bandeja, parede e colocação, é uma compra coerente. Se esperas que o apelido Metalbone signifique raquete de ataque, estás a olhar para o modelo errado da gama.
No catálogo da marca
No catálogo da Adidas, a Metalbone Team Light 3.4 ocupa a gama média a partir de 149.95€, oferecendo uma relação qualidade-preço competitiva no seu segmento. A sua pontuação global de 80/100 coloca-a entre as melhores opções de controlo que analisámos.
Perguntas frequentes
Para que nível de jogador é a Adidas Metalbone Team Light 3.4 2025?
A Adidas Metalbone Team Light 3.4 2025 aponta ao nível avançado. Requer técnica consolidada e não é recomendável para principiantes.
Quanto pesa a Adidas Metalbone Team Light 3.4 2025?
A Adidas Metalbone Team Light 3.4 2025 pesa 345-360g segundo as especificações declaradas pelo fabricante.
Que pontuação tem a Adidas Metalbone Team Light 3.4 2025 no PadelTestLab?
A Adidas Metalbone Team Light 3.4 2025 obtém 80/100 na nossa análise, com base em potência, dureza, controlo, maneabilidade, saída de bola, ponto doce e rugosidade.
Quanto custa a Adidas Metalbone Team Light 3.4 2025?
O preço atual da Adidas Metalbone Team Light 3.4 2025 é 149.95€, comparando 1 loja no nosso comparador.
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